Vítima de estupro limpa o sangue na roupa do agressor e prova garante sua condenação

Numa atitude desesperada, uma mulher de 58 anos, atacada enquanto levava seu cachorro para passear, acabou contribuindo para que seu agressor fosse preso. Vítima de estupro e extremamente machucada por um homem de 18 anos, ela decidiu limpar o sangue vindo de seus ferimentos. As informações são do site de notícias “Daily Mail”.

O crime, cometido no dia 15 de julho em Cumbria, na Inglaterra, acabou levando Jack Walker à cadeia pelos próximos 11 anos. Sob ameaças de esfaqueá-la até a morte, Walker teria puxado a vítima pelo cabelo, batido nela diversas vezes e depois a colocado contra a sua vontade ao chão, onde a estuprou.

Apesar das súplicas da mulher, a violência continuou, e ela decidiu passar seu próprio sangue nas roupas do agressor, o que levou a polícia a identificá-lo. “Como resultado, a evidência provou que ele cometeu o delito de maneira inquestionável. Depois de negar inicialmente as acusações, ele não teve outra escolha a não ser se declarar culpado”, disse Isla Chilton, promotora.

Segundo o detetive Jim Grattan, a sentença de 11 anos é motivo de comemoração. “Não há desculpa para ações impensáveis de Walker e eu estou contente que esteja enfrentando uma sentença significativa por seus crimes. A vítima estava inocentemente andando com seu cachorro quando Walker a forçou e começou seu ataque brutal. Ela tem mostrado verdadeira bravura durante a nossa investigação”, disse.

Fonte: Extra

 

CURSO GRATUITO “O professor como peça-chave na prevenção do abuso sexual”

A Revista Azmina lançou o curso online e gratuito “O professor como peça-chave na prevenção do abuso sexual”, desenvolvido com apoio da ONU Mulheres e da ONG Childhood.
São apenas 100 vagas e as inscrições estão abertas.
 
Participe e garanta seu lugar: tinyurl.com/prevencaoabuso

Palestra – A opressão da Mulher no Sistema Prisional

> Nana Queiroz, Jornalista e Autora do Livro “Presos que Menstruam
> Maíra Fernandes, Advogada e Membro da Comissão de Direito Penal do IAB
> Monique Cruz, Representante da Justiça Global
> Karoline Melo, Representante do coletivo Elas Existem

Durante o evento será lançado o novo livro de Nana Queiroz: “Você já é feminista“.

*No local haverá um ponto de coleta para a nossa campanha de arrecadação de itens básicos de higiene para a Unidade Socioeducativa Professor Antonio Carlos do Degase e Hospital Psiquiátrico Penal Roberto Medeiros no Complexo do Gericinó em Bangu. Lista Campanha – Sabonete, Pasta de dente, Absorventes e Creme de cabelo. Outros itens que também poderão ser doados – Livros, meias, remédio e camisa branca.

04 de outubro às 18h30
Auditório Caarj
Av. Marechal Câmara, 210 – 6º andar, Centro RJ

Evento: AQUI

Organização Elas Existem Mulheres Encarceradas

A triste realidade da Prostituição em Bangladesh

Bangladesh é um dos países mais pobres do mundo. Sua população, de cerca de 157 milhões de pessoas segundo dados do Banco Mundial, vive em condições muito precárias, e uma parte importante dela (mais de 30%) vive abaixo da linha da pobreza.

Além disso, os salários são miseráveis e as condições de trabalho são semelhantes à escravidão, com jornadas extremamente longas que superam, com folga, as oito horas diárias.

Um dos aspectos mais surpreendentes sobre o país é que a prostituição é completamente legalizada, mesmo com uma população majoritariamente muçulmana (mais de 90%). A fotógrafa Sandra Hoyn viajou a Bangladesh para documentar esta realidade.

Ela visitou o bordel de Kandapara e fotografou suas residentes. Situado na cidade de Tangail, o local abriga mais de 700 profissionais do sexo. Hoyn teve que ganhar a confiança das prostitutas e, com o tempo, conseguiu fotografá-las em um ambiente mais íntimo.

Ela confessa que uma das experiências mais difíceis foi ver uma menina de 15 anos que não queria fazer sexo com um cliente. Ele havia chegado ao bordel com quatro amigos, e todos queriam ter relações sexuais com a menor.

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Kajol e um cliente. Ela acha que tem 17 anos, mas não sabe ao certo qual é a sua idade. Foi casada durante 9 anos e tem um filho de 6 meses. Sua tia a vendeu ao bordel e ela foi obrigada a retomar a rotina de clientes quando seu bebê tinha apenas duas semanas (Sandra Hoyn).

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Papia, de 18 anos, com dois clientes no bordel. Seus pais morreram cedo e ela se casou muito jovem. Passou um tempo na prisão devido ao consumo de heroína, e lá conheceu uma mulher que a levou ao prostíbulo (Sandra Hoyn).

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Mulheres esperando clientes nas portas do bordel (Sandra Hoyn).

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O bordel de Kandapara é o mais antigo e o segundo maior do país. Ele existe há 200 anos e mais de 700 prostitutas vivem no local com seus filhos (Sandra Hoyn).

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Assim é a vida dentro de um bordel em um dos países mais pobres do mundo.

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Preservativos usados no exterior do bordel de Kandapara (Sandra Hoyn).

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Bebês gêmeos de 5 meses descansam na cama. Uma prostituta de 20 anos deu à luz. Eles ainda não têm nome (Sandra Hoyn).

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Pakhi, de 15 anos, e Mim de 19. As duas são prostitutas neste bordel (Sandra Hoyn).

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Um cliente tenta beijar a bochecha de Priya (Sandra Hoyn).

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Mim toma banho no prostíbulo (Sandra Hoyn).

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Dipa, de 26 anos, está chorando. Ela está grávida de dois meses de um cliente do bordel (Sandra Hoyn).

O projeto se chama “The Longing of Others” (“Os Desejos dos Outros,” em tradução livre). Mais informações podem ser obtidas no site de Sandra Hoyn